API fiscal

API DANFE para ERPs e sistemas

Gere DANFE e DACTE em PDF a partir do XML, ou consulte a NF-e pela chave de acesso, de dentro do seu sistema. HTTPS, autenticação por chave e respostas em JSON.

API DANFE para ERPs e sistemas: resumo prático

A API DANFE do Gerador de Danfe recebe o XML autorizado de NF-e ou CT-e e devolve o PDF do DANFE ou do DACTE em base64, dentro de uma resposta JSON, junto com o tipo do documento identificado. Também consulta NF-e pela chave de acesso de 44 dígitos e devolve PDF, XML e resumo. A autenticação é por chave secreta no cabeçalho Authorization, criada no painel da conta, e o uso exige assinatura ativa. Endpoints, exemplos e códigos de erro estão na documentação da API.

Consulte sua NF-e

Gere seu DANFE em PDF a partir da chave de acesso ou XML.

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XML segue limite por hora. Chave de acesso usa créditos após o limite grátis diário.

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Do uso manual à integração

O que um usuário faz no site, colar o XML e baixar o PDF, o seu sistema faz por uma chamada HTTP. Sem ninguém abrindo navegador e sem reescrever geração de DANFE dentro do ERP.

Entrada simples por XML

O endpoint de geração recebe o XML como texto, identifica se é NF-e ou CT-e e devolve o PDF em base64. XML com DOCTYPE ou ENTITY é recusado por segurança.

Consulta por chave de acesso

Quando o sistema só tem a chave, o endpoint de consulta devolve o DANFE, o XML e um resumo. Se a nota já foi processada antes, a resposta vem do cache.

O que a API faz, em uma lista

A API expõe as mesmas funções do site, com o formato que um sistema consegue consumir. Os dois endpoints principais estão documentados com exemplos de cURL e de resposta em documentação da API:

  • POST /api/v1/generate: recebe o XML e devolve o PDF em base64, o tipo (NF-e ou CT-e), um resumo com a chave e o tempo de processamento.
  • GET /api/v1/danfe/{chave}: consulta a NF-e pela chave de 44 dígitos e devolve PDF, XML e resumo.
  • Autenticação por chave secreta no cabeçalho Authorization, gerada e revogada no painel da conta.
  • Respostas sempre em JSON, sobre HTTPS.

Onde a API se encaixa

ERP que recebe XML de fornecedores e precisa mostrar o DANFE ao usuário. TMS que gera o DACTE de cada CT-e emitido. Sistema de escritório contábil que monta a pasta de documentos do cliente. Portal de compras que anexa o PDF da nota ao pedido. Em todos esses casos, a alternativa à API é manter um gerador de PDF próprio, com o leiaute do DANFE e do DACTE, e atualizá-lo sempre que o leiaute mudar.

Para o lado de negócio dessa decisão, com prós e contras de cada caminho, leia API DANFE para ERP. Se o volume é pequeno e manual, o site resolve: veja DANFE online. Para o caso específico do transporte, com DACTE gerado a partir do CT-e, veja DACTE online.

Tratamento de erros que o seu sistema deve prever

A API usa os códigos HTTP de forma previsível, e o seu sistema deve tratar cada um de um jeito diferente, em vez de repetir a chamada às cegas:

  • 400: XML ausente, vazio ou grande demais. Corrija a entrada; repetir não resolve.
  • 422: XML inválido ou com DOCTYPE/ENTITY. Mostre o erro ao usuário e peça outro arquivo.
  • 401: chave de API ausente ou inválida. Confira o cabeçalho Authorization.
  • 402: créditos insuficientes. Avise o responsável pela conta.
  • 429: limite de requisições excedido. Espere e tente de novo mais tarde.

Consulta por chave: o que esperar da resposta

O endpoint de consulta segue a mesma lógica do site. Se a nota já foi processada, a resposta vem do cache. Se não, o sistema busca o documento completo no acervo e, quando não há documento completo disponível, usa a consulta pública, que divulga só o resumo da nota, sem itens. O seu sistema deve tratar esse caso: para o DANFE completo, o caminho é enviar o XML pelo endpoint de geração.

Antes de chamar a consulta, vale validar a chave no seu próprio código. O dígito verificador usa o módulo 11, e a regra está em como validar chave de acesso da NF-e. Chave inválida não deveria nem sair do seu sistema.

Segurança e boas práticas de integração

A chave de API é secreta e deve ficar no servidor. Nunca a coloque no front-end, em aplicativo móvel distribuído ou em repositório de código. Se ela vazar, revogue no painel e gere outra. Guarde o XML original no seu sistema: o PDF devolvido pela API é uma representação, e o documento fiscal válido continua sendo o XML. O uso da API exige assinatura ativa; as opções estão em planos e créditos.

Passo a passo

Como gerar em poucos passos

01

Crie a conta e assine um plano com API

02

Gere a chave de API no painel

03

Envie o XML ou a chave por HTTPS

04

Receba o PDF em base64 e salve

Perguntas frequentes

Dúvidas comuns

Sim. A API exige assinatura ativa; sem ela não é possível criar chaves nem usar os endpoints autenticados. As opções estão em planos e créditos.

Sim. O endpoint de geração identifica o CT-e pelo XML e devolve o DACTE em PDF. A consulta por chave atende NF-e.

Sim. Qualquer sistema que faça requisições HTTPS e leia JSON consegue integrar. Exemplos de cURL estão na documentação da API.

Em base64, dentro da resposta JSON, junto com um nome de arquivo sugerido. O seu sistema decodifica e salva ou exibe o PDF.

Não. Ela gera documentos auxiliares a partir de notas já emitidas e consulta NF-e pela chave. Emissão, cancelamento e autorização continuam no seu emissor.

Por uma chave secreta enviada no cabeçalho Authorization. As chaves são criadas e revogadas no painel da conta.