CT-e para PDF

Gerar DACTE online

Envie o XML do CT-e e receba o DACTE em PDF no layout oficial, com código de barras e todos os documentos originários. Sem instalar programa.

Gerar DACTE online: resumo prático

Para gerar DACTE online, envie ou cole o XML do CT-e no formulário abaixo (abas Colar XML ou Upload XML, até 1 MB) e clique em gerar. O sistema reconhece que o arquivo é um CT-e e devolve o DACTE em PDF, pronto para imprimir e acompanhar a carga. O DACTE é a representação gráfica do conhecimento de transporte; o documento fiscal válido é o XML autorizado, como explica o que é CT-e e DACTE. O DACTE é gerado pelo XML: a consulta por chave desta página atende NF-e.

Consulte sua NF-e

Gere seu DANFE em PDF a partir da chave de acesso ou XML.

0/1 consultas por chave hoje 0/10 XML colados nesta hora 0/10 uploads nesta hora · até 1 MB por XML
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UF --
Emissão --/----
Documento NF-e
Série / Nº --

Arraste o XML ou clique para enviar

Arquivos .xml de NF-e ou CT-e · até 1 MB
XML segue limite por hora. Chave de acesso usa créditos após o limite grátis diário.

DANFE gerado com sucesso

Seu documento auxiliar está pronto para download em PDF.

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Para transporte

Transportadoras, embarcadores e operadores logísticos geram o DACTE para acompanhar a carga e conferir o frete. Funciona no celular, para quem resolve tudo da estrada.

Mesmo fluxo do DANFE

O formulário é o mesmo da NF-e: você envia o XML e o sistema identifica o tipo. Se o arquivo for de NF-e, sai um DANFE, como em gerar DANFE pelo XML.

Arquivo oficial

O XML do CT-e autorizado é o documento que vale. O DACTE em PDF é gerado de novo a partir dele sempre que você precisar de outra via.

O que aparece no DACTE gerado

O PDF segue o layout oficial do DACTE, com o código de barras da chave de acesso exigido pela norma. Todos os blocos vêm do XML, então o que está no arquivo está no papel:

  • Chave de acesso do CT-e, com código de barras e protocolo de autorização.
  • Emitente, remetente, destinatário, expedidor, recebedor e tomador do serviço, quando informados.
  • Origem e destino da prestação, modal e tipo de serviço.
  • Componentes do valor do frete e informações de ICMS conforme o grupo informado no XML.
  • Documentos originários, como as chaves das NF-e transportadas, sem cortar a lista.
  • Observações e informações complementares do emitente.

Por que o layout oficial importa

Alguns geradores montam um resumo do CT-e em blocos simples e chamam isso de DACTE. O problema aparece na hora da conferência: falta o código de barras, a lista de notas transportadas vem cortada em poucos itens ou campos de imposto aparecem com rótulos genéricos. Para quem precisa apresentar o documento em fiscalização ou em recebimento, cada omissão é uma pergunta a mais.

Aqui o DACTE segue o layout oficial e imprime todos os documentos originários do XML. Se a carga tem dezenas de notas, todas aparecem.

De onde vem o XML do CT-e

Quem emite o CT-e é a transportadora, pelo emissor dela, e o XML autorizado fica guardado nesse sistema. O tomador do serviço, normalmente quem paga o frete, costuma receber o arquivo por e-mail junto com a fatura. Embarcador e destinatário que precisam do documento devem pedir o XML à transportadora, informando a chave de acesso ou o número do conhecimento.

Ao receber, confira se o arquivo é mesmo um CT-e e não um DANFE em PDF ou uma NF-e. Se a dúvida for sobre a estrutura do XML, o guia como abrir arquivo XML da NF-e vale também para o CT-e: abra no navegador, sem editar, e procure a chave no início do arquivo.

Erros comuns ao gerar DACTE

Enviar o XML de uma NF-e achando que é do CT-e é o primeiro: o sistema gera um DANFE, porque é isso que o arquivo contém. Confira o nome do arquivo e, se precisar, abra no navegador; o XML de CT-e tem a tag cteProc ou CTe na raiz, e o modelo 57 na identificação.

O segundo é colar o XML pela metade. CT-e com muitos documentos originários gera arquivos longos, e a colagem pode cortar o final. Nesse caso, use o upload. O terceiro é tentar gerar o DACTE pela chave de acesso: a consulta por chave atende NF-e, e o caminho do CT-e é o XML.

DACTE no dia a dia da transportadora

O DACTE costuma andar junto com os DANFEs das notas transportadas. Quem monta a documentação de uma viagem gera os dois no mesmo lugar: o XML de cada NF-e vira DANFE e o XML do CT-e vira DACTE. Para a rotina completa, veja DANFE e DACTE para transportadoras e o guia como gerar DACTE online.

Quando o CT-e sai de um TMS ou ERP, gerar o PDF manualmente vira gargalo. A API DANFE recebe o XML do CT-e e devolve o DACTE em PDF, do mesmo jeito que faz com a NF-e. Com conta no site, o histórico guarda cada documento com PDF e XML para reimpressão.

Passo a passo

Como gerar em poucos passos

01

Abra a aba Colar XML ou Upload XML

02

Envie o XML do CT-e

03

Gere o DACTE em PDF

04

Baixe, imprima e guarde o XML

Perguntas frequentes

Dúvidas comuns

Não. O CT-e é o documento fiscal eletrônico, em XML, autorizado pela SEFAZ. O DACTE é a representação gráfica dele, usada para acompanhar a carga e conferir dados.

Não. Para gerar o DACTE basta o XML do CT-e. Certificado digital é exigido de quem emite o CT-e, não de quem gera o PDF.

Sim. É o uso principal: gerar o DACTE para a viagem, reimprimir segunda via e conferir frete. Para volume, há créditos, planos e API.

Não. A consulta por chave atende NF-e. Para o DACTE, envie o XML do CT-e.

Sim. Os documentos originários informados no XML aparecem no DACTE sem corte da lista.

Com conta logada, o documento fica no histórico para baixar de novo em PDF e XML. Mesmo assim, guarde o XML original no arquivo da empresa.