Quem autoriza a NF-e do Rio Grande do Sul
Rio Grande do Sul é um dos dez estados com autorizador próprio de NF-e: as notas emitidas por empresas do Rio Grande do Sul são autorizadas pela SEFAZ-RS. Os outros estados usam ambientes virtuais compartilhados, a SVRS e a SVAN.
Quando o autorizador principal fica indisponível, o emissor pode autorizar a nota em contingência. Para Rio Grande do Sul, esse papel é da SVC-AN. A nota emitida em contingência tem a forma de emissão marcada na própria chave, no 35º dígito, e continua válida. O decodificador de chave mostra essa marcação.
Como ler a chave de uma nota do Rio Grande do Sul
A chave de acesso tem 44 dígitos e cada trecho tem um significado fixo. Numa nota do Rio Grande do Sul, ela começa assim: 432610 12.345.678/0001-90 55 001 000.001.234 …. Na ordem: código da UF (43), ano e mês de emissão, CNPJ do emitente, modelo (55 para NF-e), série, número da nota, forma de emissão, código numérico e o dígito verificador.
O último dígito é calculado a partir dos 43 anteriores, pelo módulo 11. Se um número foi trocado na digitação, o dígito não confere e a chave é recusada antes de qualquer consulta. Veja o passo a passo em chave de acesso de 44 dígitos.
O que o Gerador de Danfe faz com a chave
Para notas do Rio Grande do Sul, o Gerador de Danfe procura o documento completo no nosso acervo. Se a nota ainda não estiver disponível, a resposta vem na hora, sem fila nem CAPTCHA, e o caminho é pedir o XML ao emissor e gerar o DANFE pelo XML.
Quem consulta notas com frequência pode criar uma conta: o histórico guarda o PDF e o XML de cada consulta, e a nota não precisa ser procurada de novo. Volume e integração com sistema ficam na API de DANFE.
- NF-e (modelo 55): consulta pela chave e geração pelo XML.
- NFC-e (modelo 65): geração do DANFCE pelo XML.
- CT-e (modelo 57): DACTE pelo XML.
- O Gerador de Danfe não emite, não cancela e não autoriza notas.
Quando a consulta não encontra a nota
Confira primeiro a chave: dígito trocado é a causa mais comum. Depois, lembre que uma nota recém-autorizada pode levar algum tempo para aparecer nas consultas. Se mesmo assim ela não aparecer, peça o XML ao emissor. O XML autorizado é o documento fiscal de verdade, e é ele que você deve guardar, como explicamos em XML ou DANFE: qual guardar.