44 dígitos

Validar chave de acesso da NF-e

Cole a chave no decodificador e veja, campo a campo, o que cada trecho dos 44 dígitos significa. O dígito verificador é conferido na hora, no seu navegador.

Validar chave de acesso da NF-e: resumo prático

Para validar a chave de acesso da NF-e, cole os 44 dígitos no decodificador abaixo. Ele separa a chave nos seus campos (UF, ano e mês de emissão, CNPJ ou CPF do emitente, modelo, série, número, forma de emissão e código numérico) e recalcula o dígito verificador pelo módulo 11. Se o dígito calculado bater com o último dígito da chave, a sequência está íntegra. Chave válida quer dizer que não há erro de digitação, não que a nota exista ou esteja autorizada: isso se confirma na consulta, como em consulta pela chave de acesso.

Ferramenta gratuita

Decodificador de chave de acesso

Cole os 44 dígitos e veja o que cada parte da chave diz. Roda no seu navegador: a chave não é enviada para lugar nenhum.

Digite ou cole a chave para começar.

A conferência é estrutural: dígito verificador (módulo 11), UF, data e CNPJ. Para saber se a nota existe e está autorizada, consulte a chave logo abaixo.

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Menos erro

Um dígito trocado na digitação torna a chave inválida, e o dígito verificador acusa isso antes de qualquer consulta. Você corrige na hora em vez de descobrir depois que a busca não achou nada.

Resumo da chave

O decodificador mostra UF, mês de emissão, emitente, modelo, série e número. Só pela chave já dá para saber de quem é a nota e quando foi emitida.

Próximo passo

Com a chave válida, gere o DANFE no formulário abaixo. Se você tem o XML, prefira gerar DANFE pelo XML, que sempre traz todos os itens.

Os 44 dígitos, campo a campo

A chave de acesso não é um número aleatório. Ela é montada a partir de dados da própria nota, sempre na mesma ordem e com o mesmo tamanho de cada campo. É isso que permite decodificá-la sem consultar nada:

  • Dígitos 1 e 2, cUF: código IBGE da UF do emitente, como 35 para São Paulo, 33 para Rio de Janeiro e 31 para Minas Gerais.
  • Dígitos 3 a 6, AAMM: ano e mês de emissão. 2609 é setembro de 2026.
  • Dígitos 7 a 20: CNPJ do emitente, ou CPF completado com zeros quando o emitente é pessoa física.
  • Dígitos 21 e 22: modelo do documento. 55 é NF-e, 65 é NFC-e e 57 é CT-e.
  • Dígitos 23 a 25: série da nota.
  • Dígitos 26 a 34: número da nota.
  • Dígito 35, tpEmis: forma de emissão. 1 indica emissão normal; outros valores indicam modalidades de contingência.
  • Dígitos 36 a 43, cNF: código numérico gerado pelo emitente para compor a chave.
  • Dígito 44, cDV: dígito verificador, calculado pelo módulo 11 sobre os 43 anteriores.

Como o dígito verificador é calculado

O cálculo é o mesmo módulo 11 usado em vários documentos brasileiros. Pegue os 43 primeiros dígitos e multiplique cada um por um peso, da direita para a esquerda, começando em 2 e subindo até 9; depois do 9, o peso volta para 2. Some todos os produtos e divida por 11. Se o resto for 0 ou 1, o dígito verificador é 0. Nos outros casos, é 11 menos o resto.

O decodificador desta página faz essa conta e compara o resultado com o 44º dígito. A explicação com mais contexto está em como validar chave de acesso da NF-e.

O que a validação garante e o que não garante

A validação garante que a sequência é coerente: tem 44 números e o dígito verificador confere com os 43 anteriores. Isso pega quase todo erro de digitação e de cópia, que é o motivo mais comum de uma consulta falhar.

Ela não garante que a nota foi autorizada, que não foi cancelada ou que os dados dela são os que você espera. Uma chave pode ser válida no formato e não corresponder a nenhuma nota. Para isso é preciso consultar: a situação oficial fica no Portal Nacional da NF-e, e aqui a consulta gera também o DANFE. Para a diferença entre o arquivo e o PDF, veja diferença entre NF-e e DANFE.

Usos práticos do decodificador

Conferir uma chave antes de lançar uma nota de entrada é o uso mais óbvio, mas não o único. O CNPJ dentro da chave confirma, sem consulta, se a nota é mesmo do fornecedor que diz ter emitido. O mês de emissão ajuda a encontrar a nota certa quando há várias parecidas. E o modelo separa NF-e, NFC-e e CT-e quando os números chegam misturados.

  • Modelo 55: gere o DANFE pela consulta ou pelo XML.
  • Modelo 65: NFC-e. Pela chave não há documento completo; use o XML.
  • Modelo 57: CT-e. O DACTE sai pelo XML em DACTE online.
  • Forma de emissão diferente de 1: nota emitida em contingência; vale confirmar a situação no Portal Nacional da NF-e.

Erros comuns ao digitar a chave

Copiar do PDF com espaços e pontos é o mais comum; o campo ignora o que não é número, mas confira se sobraram 44 dígitos. Trocar 1 por 7 ou 3 por 8 em papel desbotado também acontece. Outro erro é colar o número do protocolo de autorização, que tem 15 dígitos, no lugar da chave. O significado de cada parte da chave está no guia chave de acesso NF-e: 44 dígitos.

Passo a passo

Como gerar em poucos passos

01

Cole a chave de 44 dígitos

02

Confira os campos decodificados

03

Veja se o dígito verificador confere

04

Gere o DANFE pela chave ou pelo XML

Perguntas frequentes

Dúvidas comuns

Não. A chave de acesso tem só números, 44 no total. No XML ela aparece precedida das letras NFe no atributo Id, mas essas letras não fazem parte da chave.

É o último dígito, a 44ª posição. Ele é calculado pelo módulo 11 sobre os 43 dígitos anteriores.

Não. A validação só confirma que a sequência está íntegra. O XML completo depende de a nota estar no nosso acervo ou de o emitente enviar o arquivo.

Não. A decodificação e a conferência do dígito verificador acontecem no seu navegador. Só a consulta, quando você clica para gerar o DANFE, vai ao servidor.

Pelos dois primeiros dígitos, que são o código IBGE da UF do emitente. Por exemplo, 35 é São Paulo, 41 é Paraná e 43 é Rio Grande do Sul.

Não. Chave de 50 dígitos é de NFS-e nacional, que tem outra estrutura. A consulta do formulário aceita esse formato, mas o decodificador desta página trata a chave de 44 dígitos.